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O município como agente de crescimento econômico e qualidade de vida


É quase de entendimento trivial que não há como dissociar o crescimento econômico da expectativa de ganho de qualidade de vida. O crescimento econômico gera renda, riqueza e impulsiona toda a cadeia produtiva. Com mais dinheiro em circulação, o consumo de bens e serviços aumenta, e a distribuição do resultado de tudo que é gerado é transferido quase que naturalmente a todos. Com mais dinheiro vive-se melhor, ao menos assim, é que em geral se pensa e, por isso, o dinheiro quase sempre está na primeira ordem de interesse das pessoas.


O agente público, entendendo-se neste particular o Município como protagonista de políticas públicas de desenvolvimento humano, pode e deve criar facilidades para o ambiente econômico e seu desenvolvimento. Afinal, uma economia próspera potencializa o oferecimento de algumas condições para a satisfação das necessidades humanas, diminuindo, ao menos em algumas áreas, a intervenção pública, especialmente para os menos favorecidos que, pela falta do dinheiro, precisam ser socorridos supletivamente pelo poder público. É por isso que o Município pode e deve exercer seu papel de agente de fomento da atividade econômica. É uma das suas principais funções, e grande poder tem para exercê-la.

Neste sentido, nosso Município avançou de forma substancialmente importante, aderindo ao Programa Cidade Empreendedora do SEBRAE. O programa reúne 35 soluções para que a administração pública promova inovação desburocratização e o empreendedorismo no âmbito municipal.


O projeto é dividido em núcleos de atuação, como Atores de Desenvolvimento, Desburocratização, Sala do Empreendedor, Capacitações/Encontros, Compras Públicas, Educação Empreendedora, Diagnósticos Territoriais e Gestão Municipal.

A Sala do Empreendedor será um espaço físico da prefeitura municipal que terá como objetivo a simplificação e a desburocratização do processo de registro e licenciamento de empresas e servirá como canal de interação da prefeitura com os empresários. Além disso, será a porta de entrada para o empreendedor, na medida em que oferecerá as informações que vão do planejamento à gestão empresarial, podendo assim, reduzir a ocorrência de avaliações equivocadas de riscos que desembocam na precoce e tão trágica taxa de mortalidade de empresas.


Os contabilistas participarão deste movimento e irão emprestar, ainda mais, grande contribuição para o crescimento e fortalecimento da classe empresarial local.





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